domingo, 2 de maio de 2021

Senador Nelsinho Trad comemora a soltura do ex-motorista de jogador na Rússia

Parlamentar sul-mato-grossense fez parte da missão especial a Moscou, no ano passado, e entregou pessoalmente a carta da Presidência da República do Brasil, com pedido de liberdade do brasileiro Robson, ao presidente da Rússia




O senador de Mato Grosso do Sul, Nelsinho Trad, comemorou neste domingo a soltura do motorista Robson Nascimento de Oliveira, ex-motorista dos familiares do volante Fernando que jogava no Spartak Moscou. Pela manhã, o parlamentar recebeu o comunicado do embaixador brasileiro, Tovar Nunes, na Rússia, de que o brasileiro já se encontrava solto, abrigado pela embaixada e deverá chegar ao Brasil na quinta-feira. “Fiquei muito feliz pelo êxito da missão que fiz parte em outubro do ano passado”, comentou.

Acompanhado da embaixadora Márcia Doner e do ministro Pedro Terra (diretor do Departamento da Rússia e Ásia Central), o senador Nelsinho Trad viajou do Brasil a Moscou e entregou pessoalmente a carta do presidente Brasileiro ao presidente da Rússia, pedindo a liberdade do brasileiro.

Robson foi preso em março de 2019 ao desembarcar na Rússia, portando um remédio proibido naquele país, o Mytedom 10mg (cloridrato de metadona). “Ele levava medicação a pedido do sogro do jogador. Após esse episódio, solicitei às companhias aéreas que façam a declaração dos produtos proibidos nos países de destino”, recordou o senador Nelsinho Trad.

Após dois anos e um mês, segundo o senador Nelsinho Trad, a Justiça foi feita para o motorista Robson. “Contamos muito com o embaixador Tovar e sua esposa embaixatriz Guadalupe que foram muito receptivos e nos deram todo o apoio em Moscou”, lembrou o senador Nelsinho.




Segundo o parlamentar sul-mato-grossense, que se envolveu no caso Robson por ser da Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional (CRE), declarou que fico muito grato em poder servir a nação e conseguir repatriar um brasileiro, “Agora, tenho a felicidade de ver a família de Robson aliviada”, disse.

Neiba Ota 

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