sexta-feira, 9 de março de 2018

Presidente da ABSSMS participa de reunião do Fórum dos Servidores de MS para discutir negociação salarial 2018

Na tarde desta quarta-feira (7), o presidente da Associação Beneficente dos Subtenentes, Sargentos e Oficiais oriundos do quadro de Sargentos Policiais e Bombeiros Militares do Estado de Mato Grosso do Sul – ABSSMS, Tenente Thiago Monaco Marques participou de reunião do Fórum dos Servidores. O presidente da ABSSMS é um dos coordenadores do fórum. Também participaram da reunião Diretor de Relações Institucionais da ABSSMS, Antonio Ramos de Oliveira, e o Diretor de Comunicação Social e Marketing, Malk Anderson Valdonado Pereira.

Durante encontro, que contou com representantes de diversas entidades de classe, entre sindicatos e associações, foram discutidos dois temas: a negociação salarial com governo do Estado e a venda da folha de pagamento dos servidores estaduais para banco Santander.

Em seu pronunciamento, o presidente da ABSSMS, destacou a importância da união dos servidores para exigir do governo estadual reposição salarial, e manifestou sua preocupação diante da situação financeira do Estado, que mais uma vez, ultrapassou o limite prudencial da Lei de Responsabilidade Fiscal, e com isso pode perder repasses federais e até mesmo ficar impedido de contratar empréstimos e financiamentos.

“Em abril de 2017, o Fórum dos Servidores foi chamado para discutir com governo a negociação salarial. Naquela ocasião, o Estado havia atingido limite prudencial e por isso estava impedido de fazer qualquer alteração específica em carreira que representasse aumento de despesas com exceção da reposição da inflação”, relembrou Monaco.

Em seguida, o presidente da ABSSMS chamou a atenção dos presentes para o risco iminente de perda de recursos caso Estado continue acima do limite prudencial da LRF. “Conforme os artigos 22 e 23 da LRF, estados e municípios que ultrapassam limite prudencial devem adotar medidas de contenção de despesas, porém se passaram já três quadrimestres e o Estado ainda está acima do limite prudencial. Por não adotar medidas necessárias, o Estado está sujeito a corte de repasses constitucionais o que vai inviabilizar a prestação dos serviços públicos. O governo não adotou as medidas necessárias e com isso está penalizando o servidor e a população, que pode ter serviços essenciais prejudicados.”

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