terça-feira, 27 de março de 2018

Para o presidente da ABSSMS 3,04% de reajuste salarial não repõe perdas dos últimos 3 anos

O presidente da Associação Beneficente dos Subtenentes, Sargentos e Oficiais oriundos do quadro de Sargentos Policiais e Bombeiros Militares do Estado de Mato Grosso do Sul – ABSSMSTenente Thiago Monaco Marques participou, na tarde desta segunda-feira (26), de reunião com Secretário Estadual de Administração e Desburocratização, Carlos Alberto de Assis, para discutir a negociação salarial dos servidores estaduais para o ano de 2018. Também participou da reunião, o diretor de relações institucionais da associação, Antonio Ramos de Oliveira além de líderes sindicais de diversas categorias de servidores estaduais.
Durante reunião, o secretário estadual apresentou números do Governo em relação à folha de pagamento e anunciou a proposta do Governo para reajuste salarial deste ano, que é manter abono de R$ 200 e reajustar salário dos servidores em 3,04%.

Para o presidente da ABSSMS, Tenente Thiago Monaco Marques, a proposta não contempla as reivindicações dos bombeiros e policiais militares, pois está muito abaixo do índice de 23%, que é o percentual de defasagem salarial dos servidores estaduais diante do acúmulo das perdas salariais dos últimos três anos com base na inflação do período.

Outro argumento do Governo refutado pelo presidente da ABSSMS é o uso de promoções como forma de resolver a questão da perda salarial. “Governo não sugeriu e sim impôs reajuste de 3,04% e quando questionamos sobre a questão específica dos policiais e bombeiros militares, o Governo afirmou que militares estavam contemplados com as promoções, disse ainda que isso era pleito que nós havíamos solicitado. A ABSSMS nunca participou de nenhuma tratativa específica sobre esta questão de usar promoções para resolver problema salarial. Por isso, vamos convocar, na semana que vem, uma assembleia geral para expor todas essas informações de forma oficial e discutir coletivamente. Neste momento é importante que todos os policiais e bombeiros militares participem e se manifestem se serão contrários ou favoráveis a essa proposta.”


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