terça-feira, 25 de julho de 2017

Polícia Militar de Amambai troca de comando

O evento aconteceu na manhã de 24 de julho de 2017, no centro de eventos da prefeitura municipal de Amambai. Na ocasião estavam presentes os Exmo Srs. Secretário de Justiça e Segurança Pública de Mato Grosso do Sul, José Carlos Barbosa, e o Comandante-Geral da PM, Coronel Waldir Ribeiro Acosta, dentre outras autoridades.

Na cerimônia o Major PM Carlos Magno da Silva passou o comando da 3ª CIPM ao Tenente-Coronel Wesley Freire de Araujo.

Anteriormente ao evento da troca de comando, o Secretário José Carlos Barbosa e Coronel Waldir Ribeiro Acosta reuniram-se com outras autoridades na prefeitura municipal de Amambai, onde junto com o prefeito Dr. Bandeira, discutiram a criação de uma unidade da Policia Militar Ambiental em Amambai. A discussão sobre esse tema se deu devido à grande demanda existente em nosso município e ao fato da cidade de Amambaí ser uma das poucas cidades do Estado que possuem autonomia para emitir licenças ambientais.

Durante a reunião foi discutido também melhorias estruturais e de efeito da Policia Militar de Amambai e seus destacamentos. As melhorias discutidas durante a reunião teriam a finalidade de melhorar ainda mais o serviço prestado pela 3ª Companhia Independente de Policia Militar.

No inicio da tarde o Coronel Waldir Ribeiro Acosta, comandante da PMMS ministrou uma formatura com os integrantes da 3ª CIPM, onde foram tratados assuntos de interesse da corporação, como a previdência e futuros concursos.

O comandante também colocou o Comando da corporação a disposição dos policiais militares, e lembrou-lhes da importância da atividade policial para a sociedade.

Dando continuidade na agenda, o Comandante-Geral da PMMS, juntamente com Secretário de Justiça, concederam uma entrevista para rádio local, onde reafirmaram o compromisso com a segurança publica na região.

“Os policiais militares que trabalham na região de fronteira terão todo o apoio do comando da instituição nas ações desenvolvidas em benefícios das cidades fronteiriças, desde que tais ações estejam pautadas na legalidade.”
 

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