terça-feira, 14 de fevereiro de 2017

MS NA CONTRA-CAPA

AINDA HÁ TEMPO REINALDO - Entre juntar-me à legião da marretada e perseguir um aceno redentor-conciliatório, prefiro perfilar neste último bloco - e apostar que o governador Reinaldo Azambuja queimará a língua de quem acha que ele não tem coragem de impedir o sepultamento curricular da Literatura.

SABE QUEM, REINALDO? - Um governante deve - ou deveria - ser nas ações um magistrado. Portanto, continuo a entender que antes da última pá o governador Reinaldo Azambuja salve a matéria e, com ela, a alma e a essência do que seus governados têm entre os bens mais preciosos. É como diria Antônio Cândido: a Literatura deveria ser tratada como um direito básico e imprescindível do ser humano, na medida que atua no caráter e na formação dos indivíduos.
Perguntar-se-ia, em algumas rodas futuras do Estado de Azambuja: mas quem é Antonio Cândido? Bem, enterrem-na e continuarão dependentes crônicos do Google.

ORA ESSA, HORA É ESTA REINALDO! - Certa vez, na casa dele, ouvi o Manoel de Barros cravar, na planície rasa e acessível de sua profunda simplicidade: ler não é apenas provar-se alfabetizado. É libertar-se da tentação da mediocridade. Ah, governador Reinaldo Azambuja, nada sou diante da enormidade das letras que me alcançam. Mas, porém, todavia, contudo, entretanto, não permita que a fome de conhecimento seja elemento insaciado em teu currículo.

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